Thursday, April 30, 2009

a arte da guerra...

Se alguém diz injúrias sobre você ao chefe, qual seria sua melhor saída? Certamente não é perder a cabeça... como a interessante figura ítalo-americana que conheci ontem.
Chegou em mim como se chega em qualquer pessoa, fácil, por acaso, puxando um papinho daqueles amigáveis mesmo, e em pouco tempo já me deixava a par de conspirações terríveis nos mais altos escalões da empresa! E ele?, Claro, ele por "saber demais", é mantido por perto, mas abandonado, sem perspectiva nenhuma de carreira!

Eu, para jogar o jogo amistosamente, fazia cara de espanto e indignação - espantado realmente estava, com tamanhas revelações - e no final, mui amistosamente e no topo de minha sapiência apenas livresca, aconselhei:
1 - Não discuta com o ignorante ao nível dele, pois quem assiste não sabe quem é quem;
2 - Procurar o chefe para se explicar seria levantar a poeira sem necessidade, se realmente tudo não passa de calúnia;
3 - Esperar para ver o que acontece não funciona, seria inação;
O melhor seria operar pelas bordas - conquistar os que confiam e tem a confianca do chefe e anular as fofocas do inimigo...

Tal papo fez me lembrar do livro "A Arte da Guerra", um maravilhoso tratado (embora militar) escrito durante o século IV a.C. por Sun Tzu, estrategista chinês, em que aborda aspectos estratégicos de guerra, de modo a compor um panorama de tudo o que deve ser abordado num combate racional. Diz a lenda que o livro foi usado por gente da pesada como Napoleão, Hitler e Mao.

Caracterizado por um caráter oracular, Sun Tzu incorpora um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a surpresa. A Arte da Guerra é hoje é largamente utilizado na "guerra da vida". O livro migrou das estantes dos estrategistas para as das pessoas comuns, que andam aplicando seus ensinamentos no dia-a-dia das empresas, em casa, nos relacionamentos...

Wednesday, April 29, 2009

Os porcos estão chegando!!!


Os porcos estão chegando, estão chegando os porcos!!! E principalmente pelo ar! "Fechem os portões do céu!"

A Alemanha também confirmou que os porcos (schwein) estão chegando! Já são nove os países com casos de porcos voadores...

Na Nova Zelândia (poaka), Israel (haser-fleisch), Escócia (muic-fheòil), Espanha (cerdo), Canadá (pork/porc), Estados Unidos (pork/cerdo), Costa Rica (cerdo), além do México (cerdo), onde tudo começou.

De onde veio o muro...


Embora meu gosto musical tenha evoluído (venha evoluindo) baseado em processos estéticos-intelectuais, sou fã do Pink Floyd desde que me conheço como ouvinte... e nos meus anos de ativista, muito boato se ouvia a respeito de discos, músicas ou artistas: sobre o The Wall do Pink Floyd, ouvia-se em certos circuitos que O Muro era uma alusão ao muro de Berlin, um confronto comunista/capitalista, enquanto outros diziam que era um trauma de guerra (Waters perdeu o pai durante a invasão Britânica de Âncio, na Itália), e outros juravam que não passava de uma história de amor! Eu acredito nas várias interpretações da palavra poética, e como sempre digo, uma vez publicado, o trabalho não pertence mais ao artista, mas ao seu público, que vai consumir e deglutir como bem lhe aprouver.


Mas como Roger Waters foi inspirado para a criação do The Wall, isso sim é interessante... Diz a lenda que foi durante um show em Montreal, no Canadá, em 06/07/1977 - "Azimuth Coordinator" - que Waters finalmente se encheu dos grandes públicos dos grandes concertos em estádios enormes. Enquanto tocavam "Pigs on the Wing", Waters simplesmente parou de cantar e gritou com a platéia briguenta e barulhenta (algo como) "Caralho, parem de soltar estas pôrras de fogos de artifícios, parem de gritar e berrar, eu estou tentando cantar! Eu não ligo se não querem ouvir, fodam-se, mas tenho certeza que tem muita gente aqui que quer ouvir. Por que vocês não calam a boca? Querem brigar vão lá pra fora e se matem. Se querem gritar e espernear vão lá pra fora, pois estamos tentando tocar música aqui, e as pessoas querem ouví-la. Eu quero ouví-la." E depois de ridicularizar o público com mais grosserias, chegou a cuspir na cara dos mais incontroláveis.

Mais tarde Waters declarou que este afastamento entre banda e público foi o que lhe inspirou a escrever "The Wall"

Tuesday, April 28, 2009

Branca de Neve e os 3 Porquinhos

E essa gripe suína que nem de porco vem... que coisa! Nem pra dar nome aos bois (!) o pessoal serve... deve ter interesse lobístico por trás disso, certamente, mas eu, cá pra nós, já não como carne de porco desde daquele escândalo da contaminação por mercúrio da carne suína irlandesa que foi negada na semana seguinte, depois da constatação de que a queda das vendas tinha sido brutal! Até "recall" fizeram - já viu recall para comida? A gente ouve muito falar em "recall" para automóveis, mas para comida foi a primeira vez! Porco? Eu? Nem palmeirense sou mais!!! Além do mais, dentre as carnes vermelhas a do porco sempre foi a mais amaldiçoada. Talvez pelo estilo de vida do pobrezinho...

E o Lula, na sua simplicidade cefalópode e lógica teutóide, pede pro povo orar por Dilma, que sem querer já virou a Branca de Neve do palácio - a preferida, com muita gente invejando sua posição, e agora rezando sim, mas não para que ela supere essa, mas que sucumba e desista da candidatura presidencial.

Só resta saber quem faz o papel do Espelho para o presidente Lula...

Uma boa notícia, enfim...


A dificuldade em se chegar a um acordo entre os representantes da Eurocâmara e os Governos da UE na noite passada, na rodada final de negociaciações, sugere que, depois de cinco anos de debates, seja abandonada definitivamente a controvertida proposta que queria estabelecer a jornada máxima de trabalho em 65 horas semanais...

Do lado de cima da Europa, torcemos para que a já famosa jornada de 35 horas semanais dos franceses seja uma realidade em todo o bloco - certamente geraria mais emprego, e deixaria as pessoas mais felizes! Ganharíamos menos, é claro, mas sempre haveria aquela possibilidade das horas extras para os interessados, que afinal, se fizerem jornada dupla chegarão às 70 horas semanais...